A questão social da coisa
talvez seja quando pensamos em tudo
naquilo que reflete e nos leva pra forca
as ações devem ser pensadas pra fora do muro
O momento egoísta sem pensar pra fora da caixa
meu espaço interage com o de todos
É como fazer ou não fazer, pensar pra saber se tudo encaixa
e se meu espaço te invade, uma carne para todos os lobos
O olhar do bêbado para a ação sem pensar
O impulso leva a fazer sem nada questionar
e a ação egoísta para alguém será um pesar
Deve-se fazer, ser, estar, sentir, todos como unidade
A ação sem noção, faz agir sem emoção, para alguns apenas sagacidade
A questão social da coisa é o espírito de irmandade, será que tens capacidade?
domingo, 6 de outubro de 2013
terça-feira, 30 de julho de 2013
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Palpitando vou eu assim
Olhar fixo e uma alma no vago
Novamente a cor carmim
E de novo aquele espaço, buraco
Sentimento que estava no fim
Me aproximo cada vez que nado
Sentindo de novo aquilo em mim
Sexto sentido que'andava guardado
Se não pensar ajuda-me a fugir
Que'u cansei da dúvida
Desse sentimento que é um mártir
Sei sim que a tentação me convida
A sempre mais me confundir
Só espero essa tal felicidade trazida
Instabilidade
A linha tênue que segura o equilibrista em cima da corda, no alto do picadeiro
A dúvida entre em que acreditar, em quem votar, em quem escolher
Me transporta para cima de um desfiladeiro,
Alto, inalcançável, forte e que me faz ceder.
Entre ir ou deixar passar, segurança e conforto ou tentativa?
Consequências, rótulos e incertezas.
Consequências, rótulos e incertezas.
Fazem da vida tão altiva!
O momento antes da presa, a dúvida: Tentar ou desistir?
A dúvida do passo seguinte, a falta de coragem para o momento subsequente.
Será que tenta ou vê partir?
A voz na minha cabeça e o burburinho se faz eloquente.
Na dúvida, talvez navalha a pena.
De quem? De quem tenta. De certo é.
Ou talvez seja de quem instável é?
Não sei, talvez saiba, ou simplesmente queira, precise.
Então porque não insiste?
A necessidade carnal, da existência e sobretudo do sentir.
A necessidade carnal, da existência e sobretudo do sentir.
Faz com que esta mesma linha tênue uma vez se desmanche.
E por fim, faz com que caiamos na rede da realidade da escolha, sem medir.
Entre resposta rápida e impensável, existe a chance de sucesso.
Mais vale a consciência da escolha demorada,
do que a felicidade instantânea do impulso, de certo.
Ou não. Sempre dúvidas, assim se resume da instabilidade para não fazer a escolha errada.
domingo, 28 de julho de 2013
Caneca
Queria eu ter uma caneca,
queria eu ser uma caneca,
Meio cheia ou meio vazia?
Quisera eu não ter uma caneca,
quisera eu não estar uma caneca,
meio vazia.
Quem sabe eu tenha uma caneca,
quem sabe você tenha uma caneca,
e talvez eu a complete.
Quanto caneca?
Qual caneca?
Por quê caneca?
Caneca, porque pensei.
Caneca, porque conheço.
Caneca, porque fantasio.
queria eu ser uma caneca,
Meio cheia ou meio vazia?
Quisera eu não ter uma caneca,
quisera eu não estar uma caneca,
meio vazia.
Quem sabe eu tenha uma caneca,
quem sabe você tenha uma caneca,
e talvez eu a complete.
Quanto caneca?
Qual caneca?
Por quê caneca?
Caneca, porque pensei.
Caneca, porque conheço.
Caneca, porque fantasio.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
The love is blind
O amor é cego. É toque, é pele, é sorriso...
é intimidade, felicidade e você comigo.
Os dedos passam pela sua pele;
Então o eriçar dos pelos dele,
o coração a acelerar, quase partir e titubear,
quando meus lábios no seu tocar.
A respiração ofegante, encostando-se,
o abraço acalorado e as mãos a tremer, assustando-me.
Meu peito no seu, nossos corpos a re-experimentar,
Nesse momento quero, finalmente, mergulhar.
Então afasta-se, disfarça-se, não faça!
Nosso olhar se encontra, por segundos fatais.
Mergulhando na lembrança, quero você de novo no meu cais.
Pois se não meu bem, meus olhos voltam a marejar.
é intimidade, felicidade e você comigo.
Os dedos passam pela sua pele;
Então o eriçar dos pelos dele,
o coração a acelerar, quase partir e titubear,
quando meus lábios no seu tocar.
A respiração ofegante, encostando-se,
o abraço acalorado e as mãos a tremer, assustando-me.
Meu peito no seu, nossos corpos a re-experimentar,
Nesse momento quero, finalmente, mergulhar.
Então afasta-se, disfarça-se, não faça!
Nosso olhar se encontra, por segundos fatais.
Mergulhando na lembrança, quero você de novo no meu cais.
Pois se não meu bem, meus olhos voltam a marejar.
sábado, 22 de junho de 2013
Pinguim
Como dois e dois,
patinhos na lagoa.
Como Unha e carne.
Leão e leoa.
Quero encontrar meu pinguim.
Abro mão de um manequim.
Quero alguém que completa, se entrega, moleca.
Quem sabe você está logo ali.
Ou talvez venha até mim.
Sem jeito, trejeito, bem-feito que quero aqui.
Então vem aqui!
Vem ser meu pinguim.
Porque cansei do iceberg que vivi.
Me deixa aconchegar, te abraçar e te esperar.
Vem fazer parte de mim.
Por toda uma vida,
por toda uma eternidade
por todo um amor.
Me dê essa oportunidade!
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Desde que você se foi
Sinto falta de você.
Não tem como expressar em outras palavras,
A inquietação no peito, transforma-se em dor física...
Lembrar do tempo em que éramos unha e carne, carne e pele, um só sentimento...
A irmandade gratuita, o amor incondicional... parece que não foram suficientes
Como diz-se por aí, na vida tudo passa, e talvez o sentimento não seja mais para você.
Talvez tenha passado e eu ainda me apego ao passado, ou talvez ainda tenha apenas distanciado.
Espero que seja isso, que seja passageiro...
Apenas transcrevo, porque isso me ajuda a desafogar, desembriagar e contar com a sorte
Sorte de você talvez se lembrar.
E isso, menina, está sufocando-me e no egoísmo espero que também esteja para você.
Sinto saudade das tardes bem vindas, da cumplicidade, do cotidiano e da verdade.
De te ter de volta, de poder compartilhar segredos, coisas somente nossas.
Me preocupo, sinto e sofro, por você e por mim...
Sofro de saudade, de solidão e principalmente pela amizade.
Espero que esteja feliz e que consiga buscá-la, porque o amor de verdade deixa ir...
Porque apenas nós sabemos o que é importante para nós mesmos.
Então vá...
Não tem como expressar em outras palavras,
A inquietação no peito, transforma-se em dor física...
Lembrar do tempo em que éramos unha e carne, carne e pele, um só sentimento...
A irmandade gratuita, o amor incondicional... parece que não foram suficientes
Como diz-se por aí, na vida tudo passa, e talvez o sentimento não seja mais para você.
Talvez tenha passado e eu ainda me apego ao passado, ou talvez ainda tenha apenas distanciado.
Espero que seja isso, que seja passageiro...
Apenas transcrevo, porque isso me ajuda a desafogar, desembriagar e contar com a sorte
Sorte de você talvez se lembrar.
E isso, menina, está sufocando-me e no egoísmo espero que também esteja para você.
Sinto saudade das tardes bem vindas, da cumplicidade, do cotidiano e da verdade.
De te ter de volta, de poder compartilhar segredos, coisas somente nossas.
Me preocupo, sinto e sofro, por você e por mim...
Sofro de saudade, de solidão e principalmente pela amizade.
Espero que esteja feliz e que consiga buscá-la, porque o amor de verdade deixa ir...
Porque apenas nós sabemos o que é importante para nós mesmos.
Então vá...
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