A sua boca na minha
Incendeia
A sua mão na minha
Encanta
O seu corpo no meu
Estremece
Sua respiração na minha nuca
Arrepia
A sua pele na minha
Transcende
O seu toque completa,
Me entrega
Me inquieta
Me inebria
A maciez da sua pele é única ao meu sentir. É encanto para quem estava de saída.
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sábado, 18 de julho de 2015
Maciez
2011
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terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Wonderwall
Se lá estivesse seria tudo diferente
se lá estivesse seria tudo mais comovente
se lá estivesse talvez eu fosse outro
se lá estivesse, será que encontro?
A dúvida do agir, do impulso
de abraçar, beijar sem insulto
de querer sem perceber, percebendo
se eu lá estivesse, talvez não estaria aqui tremendo.
se lá estivesse seria tudo mais comovente
se lá estivesse talvez eu fosse outro
se lá estivesse, será que encontro?
A dúvida do agir, do impulso
de abraçar, beijar sem insulto
de querer sem perceber, percebendo
se eu lá estivesse, talvez não estaria aqui tremendo.
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Bateu, de novo
Bateu em minha porta
E aquela pergunta torta
Tanto faz se isso importa
E a felicidade caída ali, morta
E bateu de novo
desencontro, deixo que eu voo
A fragilidade do encontro,
assim eu desaprovo
Torna a bater
Eu de braços a te receber
A mente anuvia, não consigo ver
O destino de novo me deixou sem receber
terça-feira, 30 de julho de 2013
Instabilidade
A linha tênue que segura o equilibrista em cima da corda, no alto do picadeiro
A dúvida entre em que acreditar, em quem votar, em quem escolher
Me transporta para cima de um desfiladeiro,
Alto, inalcançável, forte e que me faz ceder.
Entre ir ou deixar passar, segurança e conforto ou tentativa?
Consequências, rótulos e incertezas.
Consequências, rótulos e incertezas.
Fazem da vida tão altiva!
O momento antes da presa, a dúvida: Tentar ou desistir?
A dúvida do passo seguinte, a falta de coragem para o momento subsequente.
Será que tenta ou vê partir?
A voz na minha cabeça e o burburinho se faz eloquente.
Na dúvida, talvez navalha a pena.
De quem? De quem tenta. De certo é.
Ou talvez seja de quem instável é?
Não sei, talvez saiba, ou simplesmente queira, precise.
Então porque não insiste?
A necessidade carnal, da existência e sobretudo do sentir.
A necessidade carnal, da existência e sobretudo do sentir.
Faz com que esta mesma linha tênue uma vez se desmanche.
E por fim, faz com que caiamos na rede da realidade da escolha, sem medir.
Entre resposta rápida e impensável, existe a chance de sucesso.
Mais vale a consciência da escolha demorada,
do que a felicidade instantânea do impulso, de certo.
Ou não. Sempre dúvidas, assim se resume da instabilidade para não fazer a escolha errada.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Sentimental
Os pensamentos vem e vão.
O mundo se revira dentro de mim.
Estar aqui nessa imensidão.
Onde está o alecrim?
Parece que tudo se mistura,
Eu quero sentir o cheiro doce,
daquilo que desperta, que inebria, entontece
És fascinação, numa cor Carmim
Cor quente que desperta desejos
E esse sentimento com cheiro de alecrim
Agora se me perguntar o que acontece?
Sabe Deus como explicar.
Se eu mesmo não sei quando anoitece.
Apenas escurece quando enxergo seu mar.
Mar aquele que me preenche.
Que vem e vai e as vezes me traz
Coisas que eu acho que não me merece
E essa mistura, do mar inquieto.
Que vira, remexe e me tira o teto.
Nas noites de sábado, eu te vejo.
E não sei o que dizer, apenas um desejo.
Seu beijo, para me alegrar, me preencher
E as vezes aparece de sopetão.
Gosto do seu cheiro, da sua cara de menino
Do seu beijos, e seu mal-jeito
em conquistar e se abdicar
A não aceitação de que gostamos
Das mesmas coisas, e o ciumes faz brigar.
Sempre promessas de nunca mais.
Sentimentos que fazem voltar
Para mais perto
e de tão perto
faz fugir
sumir
Pra no dia seguinte
acordar pensando
no frágil momento
doce e amargo
Cheirando a alecrim
numa cor carmim
do vago
do sim
do não
De uma provavel paixão..
O mundo se revira dentro de mim.
Estar aqui nessa imensidão.
Onde está o alecrim?
Parece que tudo se mistura,
Eu quero sentir o cheiro doce,
daquilo que desperta, que inebria, entontece
És fascinação, numa cor Carmim
Cor quente que desperta desejos
E esse sentimento com cheiro de alecrim
Agora se me perguntar o que acontece?
Sabe Deus como explicar.
Se eu mesmo não sei quando anoitece.
Apenas escurece quando enxergo seu mar.
Mar aquele que me preenche.
Que vem e vai e as vezes me traz
Coisas que eu acho que não me merece
E essa mistura, do mar inquieto.
Que vira, remexe e me tira o teto.
Nas noites de sábado, eu te vejo.
E não sei o que dizer, apenas um desejo.
Seu beijo, para me alegrar, me preencher
E as vezes aparece de sopetão.
Gosto do seu cheiro, da sua cara de menino
Do seu beijos, e seu mal-jeito
em conquistar e se abdicar
A não aceitação de que gostamos
Das mesmas coisas, e o ciumes faz brigar.
Sempre promessas de nunca mais.
Sentimentos que fazem voltar
Para mais perto
e de tão perto
faz fugir
sumir
Pra no dia seguinte
acordar pensando
no frágil momento
doce e amargo
Cheirando a alecrim
numa cor carmim
do vago
do sim
do não
De uma provavel paixão..
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