Sabe meu amor
chegue mais perto
me abrace devagar
aconchegue na cama
encoste como ninguém
Sabe meu amor
vamos tapar os buracos
curar as feridas
colar os pés no chão
Sabe meu amor
cuidar dos machucados
tratar com cuidado
costurar, remendar
e esperar cicatrizar
Entre meu amor
não pense e não lembre
tudo vai ficar bem
Venha meu amor
deixe o mundo para trás
cuide de mim e eu de você
não chore
Tudo vai ficar bem
Mostrando postagens com marcador feelings. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador feelings. Mostrar todas as postagens
domingo, 8 de novembro de 2015
Tudo vai ficar bem
2011
amor,
Broken Heart,
compreensão,
crescimento,
Danilo Cunha,
desejo,
feelings,
felicidade,
Poemas,
poesia,
reflexão,
sentimento,
sentimentos,
sonho,
sonhos
terça-feira, 18 de agosto de 2015
Não há mais vagas
Toda vez que te vejo, meus olhos brilham
Toda vez que vejo seu sorriso, irradio
Um sentimento que não sabia
Que não esperava
Que não imaginava
Toda vez que me toca, arrepio
Toda vez que te sinto, experimento
O que não lembrava
O que estava esquecido
Toda vez que você está comigo, descubro
O sentimento recíproco
A atenção desmedida
O gostar gratuito
Estar com você inunda
Preenche a vaga que sempre esteve aberta
Toda vez que vejo seu sorriso, irradio
Um sentimento que não sabia
Que não esperava
Que não imaginava
Toda vez que me toca, arrepio
Toda vez que te sinto, experimento
O que não lembrava
O que estava esquecido
Toda vez que você está comigo, descubro
O sentimento recíproco
A atenção desmedida
O gostar gratuito
Estar com você inunda
Preenche a vaga que sempre esteve aberta
2011
amor,
amores,
compreensão,
Conquista,
curiosidade,
Danilo Cunha,
desejo,
feelings,
felicidade,
instantâneo,
paixão,
pensamentos,
Poemas,
poesia,
reflexão,
sentimento,
sentimentos
sábado, 18 de julho de 2015
Maciez
A sua boca na minha
Incendeia
A sua mão na minha
Encanta
O seu corpo no meu
Estremece
Sua respiração na minha nuca
Arrepia
A sua pele na minha
Transcende
O seu toque completa,
Me entrega
Me inquieta
Me inebria
A maciez da sua pele é única ao meu sentir. É encanto para quem estava de saída.
Incendeia
A sua mão na minha
Encanta
O seu corpo no meu
Estremece
Sua respiração na minha nuca
Arrepia
A sua pele na minha
Transcende
O seu toque completa,
Me entrega
Me inquieta
Me inebria
A maciez da sua pele é única ao meu sentir. É encanto para quem estava de saída.
2011
amor,
amores,
compreensão,
curiosidade,
desejo,
dúvida,
dúvidas,
feelings,
felicidade,
furor,
paixão,
pensamentos,
Poemas,
poesia,
reflexão,
sentimento,
sentimentos,
texto
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Respiração próxima
Respiração próxima
Perto do rosto, dos olhos nariz e boca.
Pele, gosto e desejo.
Palavras sussurradas no pé do ouvido e no canto dos lábios.
Mãos que tocam, acariciam e acalentam,
Dedos entrelaçados, querendo segurar o momento.
Que seja sempre 22.
Olhos que se cruzam, que se enxergam.
Que marejam, receiam e se encantam.
Que se arregalam.
Corpo colado, que esquenta e aproxima.
Que abraça, reconforta e envolve.
Respiração próxima,
que de tão próxima quer mais.
Perto do rosto, dos olhos nariz e boca.
Pele, gosto e desejo.
Palavras sussurradas no pé do ouvido e no canto dos lábios.
Mãos que tocam, acariciam e acalentam,
Dedos entrelaçados, querendo segurar o momento.
Que seja sempre 22.
Olhos que se cruzam, que se enxergam.
Que marejam, receiam e se encantam.
Que se arregalam.
Corpo colado, que esquenta e aproxima.
Que abraça, reconforta e envolve.
Respiração próxima,
que de tão próxima quer mais.
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Wonderwall
Se lá estivesse seria tudo diferente
se lá estivesse seria tudo mais comovente
se lá estivesse talvez eu fosse outro
se lá estivesse, será que encontro?
A dúvida do agir, do impulso
de abraçar, beijar sem insulto
de querer sem perceber, percebendo
se eu lá estivesse, talvez não estaria aqui tremendo.
se lá estivesse seria tudo mais comovente
se lá estivesse talvez eu fosse outro
se lá estivesse, será que encontro?
A dúvida do agir, do impulso
de abraçar, beijar sem insulto
de querer sem perceber, percebendo
se eu lá estivesse, talvez não estaria aqui tremendo.
2011
amor,
compreensão,
Conquista,
curiosidade,
Danilo Cunha,
dúvida,
feelings,
instantâneo,
oasis,
pensamentos,
poesia,
reflexão,
sentimento,
superar,
vida,
wonderwall
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
14 de novo!
As vezes estamos somente esperando o momento certo, basta alguém apertar o botão que tudo reaparece.
As vezes pequenas coisas despertam coisas que nem lembramos.
As vezes nos sentimos de novo com catorze anos, as vezes sentimos como se estivéssemos de volta a adolescência.
Sentimos a felicidade do momento. O olhar de canto de olho. O tremular das mãos em puro nervosismo.
O sorriso desencadeado sem motivo. A sensação de longe.
O toque intenso, despercebido, para quem o faz.
O imaginar. Sentir sem viver. Sofrer de antecedência. Nervosismo sem realizar.
Os sentimentos aos catorze anos são tão indescritíveis. Tudo tão intenso, novo e que provoca nervosismo.
Sentir isso de novo, mesmo que por um breve momento abre nossa mente para quem realmente somos, ao que realmente podemos querer, ao que realmente nos importa.
As vezes precismos de uma pequena faísca para voltarmos a ser quem somos, relembrar de onde viemos.
As vezes precismos de uma pequena faísca para voltarmos a ser quem somos, relembrar de onde viemos.
As vezes sentir brevemente como se tivéssemos catorze anos nos coloca de volta nos trilhos.
Uma bobeira básica que nos faz ressurgir.
Que venha 2015!
Bateu, de novo
Bateu em minha porta
E aquela pergunta torta
Tanto faz se isso importa
E a felicidade caída ali, morta
E bateu de novo
desencontro, deixo que eu voo
A fragilidade do encontro,
assim eu desaprovo
Torna a bater
Eu de braços a te receber
A mente anuvia, não consigo ver
O destino de novo me deixou sem receber
sábado, 12 de abril de 2014
O nome do vento
Sei que você chegou de novo
Entrou como o vento, silencioso
Me tocou, espalhou as coisas
E assim como entrou, saiu
Fechei as janelas
Tapei as frestas
Te ouvi de fora, a se espalhar
Farfalhou as folhas,
Se divertiu com as rosas
Levantou a saia da moça ao passar
Inspirou vida e sumiu
Quando por fim fui te procurar
Andando, apareceu e me abraçou
Bagunçou meus cabelos
Espalhou todos os farelos
E como sempre voou
Tentei te procurar
Os meu pelos a arrepiar
Você a me envolver
A me trazer vida,
movimento pra quem estava de saída
Quis me aproximar do vento
Planando com você eu me contento
Você foi chamado para longe
Não te recebi quando devia
Te vendo partir, me arrependo
domingo, 15 de dezembro de 2013
Vagas abertas
Tão longe...
Tão longe...
Procura-se uma cama posta
uma pia cheia de louça
um jantar bem feito
os travesseiros espalhados sem jeito
tão longe...
tão longe...
Procura-se alguém pra passear com o cachorro
um telefonema no meio de uma tarde qualquer
uma vista a se compartilhar de cima do morro
uma conta para poder se dividir
alguém que venha visitar sempre que der
tão longe...
tão longe...
Procura-se um fazedor de cafuné
um mordedor de orelha
aquela briga corriqueira
o frio na barriga que me deixa de cabelos em pé
tão longe...
tão longe...
Procura-se alguém que cumpra o requisito
que preencha as lacunas já desgastadas
e que não me ache um louco esquisito
enquanto isso, as vagas estão todas abertas
Tão longe...
Procura-se uma cama posta
uma pia cheia de louça
um jantar bem feito
os travesseiros espalhados sem jeito
tão longe...
tão longe...
Procura-se alguém pra passear com o cachorro
um telefonema no meio de uma tarde qualquer
uma vista a se compartilhar de cima do morro
uma conta para poder se dividir
alguém que venha visitar sempre que der
tão longe...
tão longe...
Procura-se um fazedor de cafuné
um mordedor de orelha
aquela briga corriqueira
o frio na barriga que me deixa de cabelos em pé
tão longe...
tão longe...
Procura-se alguém que cumpra o requisito
que preencha as lacunas já desgastadas
e que não me ache um louco esquisito
enquanto isso, as vagas estão todas abertas
terça-feira, 30 de julho de 2013
Seguir
Palpitando vou eu assim
Olhar fixo e uma alma no vago
Novamente a cor carmim
E de novo aquele espaço, buraco
Sentimento que estava no fim
Me aproximo cada vez que nado
Sentindo de novo aquilo em mim
Sexto sentido que'andava guardado
Se não pensar ajuda-me a fugir
Que'u cansei da dúvida
Desse sentimento que é um mártir
Sei sim que a tentação me convida
A sempre mais me confundir
Só espero essa tal felicidade trazida
Instabilidade
A linha tênue que segura o equilibrista em cima da corda, no alto do picadeiro
A dúvida entre em que acreditar, em quem votar, em quem escolher
Me transporta para cima de um desfiladeiro,
Alto, inalcançável, forte e que me faz ceder.
Entre ir ou deixar passar, segurança e conforto ou tentativa?
Consequências, rótulos e incertezas.
Consequências, rótulos e incertezas.
Fazem da vida tão altiva!
O momento antes da presa, a dúvida: Tentar ou desistir?
A dúvida do passo seguinte, a falta de coragem para o momento subsequente.
Será que tenta ou vê partir?
A voz na minha cabeça e o burburinho se faz eloquente.
Na dúvida, talvez navalha a pena.
De quem? De quem tenta. De certo é.
Ou talvez seja de quem instável é?
Não sei, talvez saiba, ou simplesmente queira, precise.
Então porque não insiste?
A necessidade carnal, da existência e sobretudo do sentir.
A necessidade carnal, da existência e sobretudo do sentir.
Faz com que esta mesma linha tênue uma vez se desmanche.
E por fim, faz com que caiamos na rede da realidade da escolha, sem medir.
Entre resposta rápida e impensável, existe a chance de sucesso.
Mais vale a consciência da escolha demorada,
do que a felicidade instantânea do impulso, de certo.
Ou não. Sempre dúvidas, assim se resume da instabilidade para não fazer a escolha errada.
domingo, 28 de julho de 2013
Caneca
Queria eu ter uma caneca,
queria eu ser uma caneca,
Meio cheia ou meio vazia?
Quisera eu não ter uma caneca,
quisera eu não estar uma caneca,
meio vazia.
Quem sabe eu tenha uma caneca,
quem sabe você tenha uma caneca,
e talvez eu a complete.
Quanto caneca?
Qual caneca?
Por quê caneca?
Caneca, porque pensei.
Caneca, porque conheço.
Caneca, porque fantasio.
queria eu ser uma caneca,
Meio cheia ou meio vazia?
Quisera eu não ter uma caneca,
quisera eu não estar uma caneca,
meio vazia.
Quem sabe eu tenha uma caneca,
quem sabe você tenha uma caneca,
e talvez eu a complete.
Quanto caneca?
Qual caneca?
Por quê caneca?
Caneca, porque pensei.
Caneca, porque conheço.
Caneca, porque fantasio.
Assinar:
Postagens (Atom)