Sinto falta de você.
Não tem como expressar em outras palavras,
A inquietação no peito, transforma-se em dor física...
Lembrar do tempo em que éramos unha e carne, carne e pele, um só sentimento...
A irmandade gratuita, o amor incondicional... parece que não foram suficientes
Como diz-se por aí, na vida tudo passa, e talvez o sentimento não seja mais para você.
Talvez tenha passado e eu ainda me apego ao passado, ou talvez ainda tenha apenas distanciado.
Espero que seja isso, que seja passageiro...
Apenas transcrevo, porque isso me ajuda a desafogar, desembriagar e contar com a sorte
Sorte de você talvez se lembrar.
E isso, menina, está sufocando-me e no egoísmo espero que também esteja para você.
Sinto saudade das tardes bem vindas, da cumplicidade, do cotidiano e da verdade.
De te ter de volta, de poder compartilhar segredos, coisas somente nossas.
Me preocupo, sinto e sofro, por você e por mim...
Sofro de saudade, de solidão e principalmente pela amizade.
Espero que esteja feliz e que consiga buscá-la, porque o amor de verdade deixa ir...
Porque apenas nós sabemos o que é importante para nós mesmos.
Então vá...
quarta-feira, 15 de maio de 2013
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Só pra você saber.
As pessoas não entendem, esse olhar intenso, sorriso maroto de menino garoto.
Os cabelos escassos, que se mantêm na cor original, comprovando a vivacidade de um alguém sem sofrimentos desnecessários...
Que aproveita a vida, deixa-se levar. Vive a vida bem vinda e que saboreia os momentos.
A percepção do mundo, do meio que o cerca... sendo aquele que sente a brisa fresca a tocar a pele.
Este homem que se faz perceber, no alto da sua meia idade, com a experiência de toda uma vida. As rugas que comprovam uma intensa, mas vivida vida.
O que faz para continuar a saborear os detalhes?
Sente. Apenas sente o instante, o som, o cheiro e as sutilezas... sem desvanecer a vontade de viver, de ser, sentir e existir.
Com suas particularidades (ou excentricidade) faz-se notar, com sua visão plana, entendida e bem resolvida. Conquista o coração daqueles que tem a dádiva de experimentar a excentricidade de alguém que enxerga nas entre linhas.
Ele se deixa levar, aproveita as oportunidades de viver. Sente, principalmente aquele cheiro adocicado, de eriçar os pelos. De ferormônio da mais belas das criações, cheiro do existir, de ser uno com a imensidão finita.
Pode parecer poético, mas é terreno. É a sensação da existência em sua parcela menor, celular.
A particularidade que o difere está justamente no momento a viver, no ensinamento que propaga através da simples conversa, sem endeusamento soberbo, o é.
Aquele que aprecia a forma, a beleza e o cheiro...
Ah! Os cheiros! Mais doces e que encantam. Presente do acompanhar crescer seu verdadeiro amor, do propiciar momentos e do simples balançar de cabelos que passar por ele na rua.
Assim ele vai seguindo, segundo à sua maneira. Sentida, vivida e acima de tudo, sua.
Os cabelos escassos, que se mantêm na cor original, comprovando a vivacidade de um alguém sem sofrimentos desnecessários...
Que aproveita a vida, deixa-se levar. Vive a vida bem vinda e que saboreia os momentos.
A percepção do mundo, do meio que o cerca... sendo aquele que sente a brisa fresca a tocar a pele.
Este homem que se faz perceber, no alto da sua meia idade, com a experiência de toda uma vida. As rugas que comprovam uma intensa, mas vivida vida.
O que faz para continuar a saborear os detalhes?
Sente. Apenas sente o instante, o som, o cheiro e as sutilezas... sem desvanecer a vontade de viver, de ser, sentir e existir.
Com suas particularidades (ou excentricidade) faz-se notar, com sua visão plana, entendida e bem resolvida. Conquista o coração daqueles que tem a dádiva de experimentar a excentricidade de alguém que enxerga nas entre linhas.
Ele se deixa levar, aproveita as oportunidades de viver. Sente, principalmente aquele cheiro adocicado, de eriçar os pelos. De ferormônio da mais belas das criações, cheiro do existir, de ser uno com a imensidão finita.
Pode parecer poético, mas é terreno. É a sensação da existência em sua parcela menor, celular.
A particularidade que o difere está justamente no momento a viver, no ensinamento que propaga através da simples conversa, sem endeusamento soberbo, o é.
Aquele que aprecia a forma, a beleza e o cheiro...
Ah! Os cheiros! Mais doces e que encantam. Presente do acompanhar crescer seu verdadeiro amor, do propiciar momentos e do simples balançar de cabelos que passar por ele na rua.
Assim ele vai seguindo, segundo à sua maneira. Sentida, vivida e acima de tudo, sua.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Banalizando
Obtusas, minhas ações estão. Na busca incansável pelo reconforto da alma, do coração e do sentir. Transformo as ações em momentos finitos e incessantes na frequência que acontecem. Momentos que chegam, acalentam e vão. E no segundo seguinte se desfazem, assim continuo seguindo.
Até quando vão os atos impensados, incessantes, intermináveis e que sempre me interrogo?
Pensando nos motivos, apenas sei que seu afeto me afetou é fato.
Mas minhas atitudes continuam a banalizar, extravasar e escandalizar.
Na incerteza de conseguir aquilo que sentimos, continuo a vagar...
Talvez esteja eu fazendo do ato impensado, banalizado; um fracasso.
E esse fracasso me subiu à cabeça, ou eu que não transformo a ação banal em atitude de conquista?
Ou talvez esteja apenas banalizando para sugar de mim, aquilo que me torna incapaz, inseguro e insuficiente.
Segundo por segundo, é hora de talvez mudar, crescer e me desligar do que incomoda?
O reconforto para o coração, alma e cabeça. Talvez seja hora da banalização deixar de existir. Quem sabe eu consiga assim, me livrar do desconforto e encontrar um porto. Porque é sabido, menino, que meu libido é um bandido que te quero contigo. Que eu deixe passar, o ato banal, as incessantes atitudes massantes, pra te ter aqui comigo, num sentimento bem vindo.
Porque nada a ver ficar assim, sonhando separado.
A mudança, pode vir num sorriso de criança, e fazemos uma festança, porque ainda tenho esperança, de talvez existir uma sentença, que me deixe bobo na lembrança, de ter a recompensa, até mando pra imprensa, essa sua bonança de querer estar aqui, indiferente do que aconteça.
Até quando vão os atos impensados, incessantes, intermináveis e que sempre me interrogo?
Pensando nos motivos, apenas sei que seu afeto me afetou é fato.
Mas minhas atitudes continuam a banalizar, extravasar e escandalizar.
Na incerteza de conseguir aquilo que sentimos, continuo a vagar...
Talvez esteja eu fazendo do ato impensado, banalizado; um fracasso.
E esse fracasso me subiu à cabeça, ou eu que não transformo a ação banal em atitude de conquista?
Ou talvez esteja apenas banalizando para sugar de mim, aquilo que me torna incapaz, inseguro e insuficiente.
Segundo por segundo, é hora de talvez mudar, crescer e me desligar do que incomoda?
O reconforto para o coração, alma e cabeça. Talvez seja hora da banalização deixar de existir. Quem sabe eu consiga assim, me livrar do desconforto e encontrar um porto. Porque é sabido, menino, que meu libido é um bandido que te quero contigo. Que eu deixe passar, o ato banal, as incessantes atitudes massantes, pra te ter aqui comigo, num sentimento bem vindo.
Porque nada a ver ficar assim, sonhando separado.
A mudança, pode vir num sorriso de criança, e fazemos uma festança, porque ainda tenho esperança, de talvez existir uma sentença, que me deixe bobo na lembrança, de ter a recompensa, até mando pra imprensa, essa sua bonança de querer estar aqui, indiferente do que aconteça.
domingo, 31 de março de 2013
Fragmentos poéticos
" - Eu adoro quando você pisca os olhos ao mesmo tempo!
- Bobo."
" -Dá a mão.
- Por que?
- Porque quero olhar pra ela... seus dedos são bonitos."
" - Mô!
- Oi?
- Dá um sorrisinho."
"Aquele domingo, de tédio, de sofá... apenas observo enquanto você assiste televisão e fica enroscando um dedo no cabelo."
" - Pá, traz um copo aqui pra sala.
- Já levo pá."
" - Mor, olha isso aqui!
E se aproxima, a mão pousa delicadamente nos meus ombros, vê a foto e se afasta, e discretamente faz um afago no meu cabelo."
" - E como vocês se chamam?
- Chu, bem, pá, Mô, feio, fedo, chatão e bê."
Eu sonhei que estava exatamente aqui, olhando pra você. Exatamente aqui. Cê não sabe, mas eu tava exatamente aqui, olhando pra você.
" - Ai! não me morde!
Língua pra fora e diz com aquele sorriso maroto: - Te amo
- Tá bom. Agora vai lá buscar o pão que eu to com fome.
E dou um selinho e volto pra cozinha."
Sutilezas para levar adiante e fazer admirar.
" - Alô?
- Oi, sou eu. Você conseguiu jantar?
- Ainda não. Daqui a pouco saio e como em casa.
- Não precisa, to comprando agora pra gente então."
Você vai rir, sem perceber. Felicidade é só questão de ser. Quando chover, só deixar molhar. Pra receber o sol, quando voltar.
- Bobo."
" -Dá a mão.
- Por que?
- Porque quero olhar pra ela... seus dedos são bonitos."
" - Mô!
- Oi?
- Dá um sorrisinho."
"Aquele domingo, de tédio, de sofá... apenas observo enquanto você assiste televisão e fica enroscando um dedo no cabelo."
" - Pá, traz um copo aqui pra sala.
- Já levo pá."
" - Mor, olha isso aqui!
E se aproxima, a mão pousa delicadamente nos meus ombros, vê a foto e se afasta, e discretamente faz um afago no meu cabelo."
" - E como vocês se chamam?
- Chu, bem, pá, Mô, feio, fedo, chatão e bê."
Eu sonhei que estava exatamente aqui, olhando pra você. Exatamente aqui. Cê não sabe, mas eu tava exatamente aqui, olhando pra você.
" - Ai! não me morde!
Língua pra fora e diz com aquele sorriso maroto: - Te amo
- Tá bom. Agora vai lá buscar o pão que eu to com fome.
E dou um selinho e volto pra cozinha."
Sutilezas para levar adiante e fazer admirar.
" - Alô?
- Oi, sou eu. Você conseguiu jantar?
- Ainda não. Daqui a pouco saio e como em casa.
- Não precisa, to comprando agora pra gente então."
Você vai rir, sem perceber. Felicidade é só questão de ser. Quando chover, só deixar molhar. Pra receber o sol, quando voltar.
quinta-feira, 14 de março de 2013
o amor as vezes passa... e as vezes se reconstrói
O amor as vezes passa...
As vezes passa e simplesmente deixa marcas
As vezes erra e nos destrói
As vezes vem e nos completa
E no pior dos erros, ele se reconstrói?
Cultivar o amor, é talvez a maior dificuldade
Passar pelos problemas e superar
Entender, se fazer entender e acima de tudo não ter iniquidade
É querer estar, tentar e talvez encontrar
O amor, aquele verdadeiro...
Sentido na alma e que aquece o coração
É capaz de superar barreiras, descer a ladeira sem freio
apenas com obstáculos, e no passar dos anos como as coisas ficam?
O ser humano erra, se engana e peca
Mas e na imensidão da vida, o que pode ser perfeito?
O amor, este sim o é. É capaz de mesmo no erro se manter como está
Se queres cultivar, devemos compreender, acreditar e testar o defeito!
Acreditar no amor...
Ah, isso sim é lindo! Superar dificuldades e transpor barreiras.
Acreditar no impossível e sentir que por amor, podemos tentar, tentar e sobrepor!
Porque o amor é puro, é lindo e acalenta a alma!
Porque para escolhermos o amor da nossa vida, é colocar tudo à mesa
Entender o problema e superar sem pudor!
É fazer por onde, tudo pelo amor.
E se no fim, desistir... Tenha certeza que ele não foi um mártir.
http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&NR=1&v=oozQ4yV__Vw
As vezes passa e simplesmente deixa marcas
As vezes erra e nos destrói
As vezes vem e nos completa
E no pior dos erros, ele se reconstrói?
Cultivar o amor, é talvez a maior dificuldade
Passar pelos problemas e superar
Entender, se fazer entender e acima de tudo não ter iniquidade
É querer estar, tentar e talvez encontrar
O amor, aquele verdadeiro...
Sentido na alma e que aquece o coração
É capaz de superar barreiras, descer a ladeira sem freio
apenas com obstáculos, e no passar dos anos como as coisas ficam?
O ser humano erra, se engana e peca
Mas e na imensidão da vida, o que pode ser perfeito?
O amor, este sim o é. É capaz de mesmo no erro se manter como está
Se queres cultivar, devemos compreender, acreditar e testar o defeito!
Acreditar no amor...
Ah, isso sim é lindo! Superar dificuldades e transpor barreiras.
Acreditar no impossível e sentir que por amor, podemos tentar, tentar e sobrepor!
Porque o amor é puro, é lindo e acalenta a alma!
Porque para escolhermos o amor da nossa vida, é colocar tudo à mesa
Entender o problema e superar sem pudor!
É fazer por onde, tudo pelo amor.
E se no fim, desistir... Tenha certeza que ele não foi um mártir.
http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&NR=1&v=oozQ4yV__Vw
domingo, 3 de março de 2013
Descompromissando
Eu devo fazer isso, compromisso, obrigação
Talvez seja resquício da ilusão
Da maneira imposta de ser ou precisar fazer
Querer fazer, estar, destoa do ter
Ter que, é muito pior que querer
Querer simplifica o agir
Desta forma é muito mais bem vinda
Vontade que impulsiona e não finda
Mesmo que estejamos distantes ainda.
Descompromissando fazemos acontecer
Sem moralidade, obrigação e falta de
Vontade, simplicidade e paixão
O imprevisto, causa surpresa magnífica
Sorriso caloroso, instantâneo e cheio de magia
Aproxima, aconchega e abraça
Faz bem ao coração
Descompromissando assim vou,
Vivendo a intensidade da vida
Deixando mais livre leve solto,
Por que não fazemos assim então?
sábado, 26 de janeiro de 2013
Por que eu não?
Pude sentir e por vezes exagerei
A sensação é renovadora
Os olhos, atentos, percebem cada gesto singular
Aos poucos vou tornando-o parte de mim
A forma como os dedos se enroscam quando fala
Aos meu olhos não se passa
Detalhes pequenos, sorriso maroto, olhos que iluminam
Me encanta ao te ver, me faz querer abraçar.
Gesto que exemplifica o sentir
Te querer, e como querer
Faz-me parecer bobo, um ingênuo
Sem querer me exaltar, tento tudo
Uma carta, um urso, um bombom
O entendimento e preocupação
Franqueza e confiança, não fazem suficiência
Busco nos detalhes, sentir, te sentir
E me fazer perceber
Para ser, o melhor que puder
Tentando ser diferente do que se tem por aí
Procurando um sincero amor, uma paixão desmedida
Mas sem excessos
Querendo algo duradouro, construído e sentido
Fazendo por mim, por nós e além do que espera
Procurando nas sutilezas agradar, apenas penso...
...Por que eu não?
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